Você sabia? Curiosidades que ninguém te conta

Saúde, truques de casa, mistérios e histórias curiosas. Descubra algo novo todos os dias.

Explorar curiosidades

Vacina contra o HPV e a prevenção do câncer do colo do útero

A vacina não substitui o exame preventivo

Este é um ponto que gera muita confusão. Quem tomou a vacina deve continuar fazendo o exame preventivo do colo do útero, também conhecido como Papanicolau, quando o médico indicar.

Publicidade

Isso acontece porque a vacina não cobre todos os tipos de HPV de alto risco. Além disso, quem foi vacinada depois de já ter tido contato com o vírus pode ter menos proteção.

A periodicidade do exame e a idade para começar e parar variam conforme as orientações oficiais e o seu histórico. O médico ou a unidade de saúde dizem o que vale para você.

Outras formas de se proteger

A prevenção do HPV é feita em conjunto. A vacina é a principal medida, mas outros cuidados ajudam:

  • Usar preservativo nas relações sexuais reduz o risco, embora não elimine totalmente a chance de contágio.
  • Fazer os exames preventivos nos prazos orientados pelo médico.
  • Evitar o cigarro, porque o fumo dificulta que o corpo elimine o vírus e aumenta o risco de lesões.
  • Manter as consultas de rotina em dia, mesmo sem sintomas.

Perguntas frequentes

Quem já tem HPV pode tomar a vacina?

A decisão é do médico. A vacina não trata a infecção que já existe, mas pode haver indicação em alguns casos. Converse com o profissional sobre o seu histórico.

A vacina contra o HPV é só para meninas?

Não. O HPV afeta homens e mulheres, e a vacinação pública costuma incluir meninos e meninas. Confirme na unidade de saúde as regras atuais do calendário.

Quem tomou a vacina pode parar de fazer o exame preventivo?

Não. A vacina não protege contra todos os tipos de HPV. O exame preventivo continua importante, e o médico orienta a frequência ideal para cada pessoa.

Quando procurar um médico

Muitas lesões causadas pelo HPV não dão sintomas. Mesmo assim, procure atendimento se perceber:

  • Sangramento vaginal fora do período menstrual ou depois da menopausa.
  • Sangramento após a relação sexual.
  • Corrimento com cheiro forte, cor diferente do habitual ou com sangue.
  • Dor na região da pelve ou dor durante a relação que não passa.
  • Resultado alterado no exame preventivo, que precisa de acompanhamento.
  • Verrugas na região genital ou ao redor dela.

Fontes oficiais para saber mais

As informações deste artigo são gerais e têm caráter informativo. Para se aprofundar, consulte os sites de órgãos oficiais e de sociedades médicas (os links levam à página inicial de cada instituição):

Este texto é apenas informativo e não substitui a consulta com um médico ou outro profissional de saúde. Só ele pode avaliar o seu caso, fazer o diagnóstico e indicar o tratamento adequado.

Aviso importante: este texto tem caráter informativo e não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento feito por um médico ou outro profissional de saúde. Em caso de dúvida ou de sintomas, procure atendimento.

Gostou? Compartilhe: