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Sardinha: peixe acessível que faz bem à alimentação do coração

Leitura de 3 min

A sardinha é um peixe pequeno, de preço acessível e fácil de encontrar, fresca ou em conserva. Além de saborosa, é muito lembrada quando se fala em alimentação para o coração.

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O que a sardinha tem de bom

A sardinha é um peixe gordo, ou seja, rico em gorduras de boa qualidade. Entre elas estão os ácidos graxos ômega-3, presentes também em outros peixes, como salmão e cavala. Em uma alimentação equilibrada, o consumo regular de peixes pode contribuir para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

Além disso, a sardinha fornece:

  • proteína de boa qualidade;
  • vitamina D;
  • vitamina B12;
  • cálcio, quando consumida com as espinhas macias, como nas conservas;
  • outros minerais, como o ferro e o fósforo.

Isso não significa que o peixe previna doenças por si só. Ele funciona melhor como parte de um conjunto de bons hábitos.

Fresca ou em lata

A sardinha fresca deve ter olhos brilhantes, brânquias avermelhadas, carne firme e cheiro suave de mar. Se o cheiro for forte e azedo, ou a carne estiver mole, não compre.

A sardinha em lata é prática e dura bastante. Mas é preciso ler o rótulo. Algumas versões vêm com muito sal ou em molhos pesados. Se puder, prefira a sardinha em água ou em azeite, com pouco sódio. Escorra bem antes de usar.

Como preparar

O jeito de preparar faz diferença. Fritar em muito óleo reduz o benefício do prato. Prefira:

  • Assada: tempere com limão, alho, ervas e um fio de azeite. Leve ao forno por cerca de 15 a 20 minutos.
  • Grelhada: na chapa ou na frigideira antiaderente, com pouca gordura.
  • Refogada com tomate e cebola: bom para servir com arroz e salada.
  • Em pasta: amasse a sardinha em lata com limão, cebola picada e salsinha. Sirva em torradas integrais.
  • Em saladas: misture a sardinha com folhas, tomate e grão-de-bico.

O limão e as ervas, como salsinha e coentro, ajudam a reduzir o cheiro forte do peixe e dispensam o excesso de sal.

Quantas vezes por semana

De modo geral, recomenda-se incluir peixe no cardápio algumas vezes por semana, alternando os tipos. A quantidade ideal varia de pessoa para pessoa, e o nutricionista pode orientar melhor.

Cuidados importantes

Quem tem alergia a peixes deve evitar a sardinha. Pessoas com gota ou com ácido úrico alto precisam de atenção, pois a sardinha contém purinas, e o médico pode orientar a quantidade. Quem precisa controlar a pressão deve ficar atento ao sal das conservas.

Guarde o peixe fresco na geladeira e consuma em até um ou dois dias, ou congele. Depois de aberta, a lata deve ser transferida para um pote e mantida refrigerada. Gestantes devem seguir as orientações do pré-natal sobre o consumo de peixes.

Fontes oficiais para saber mais

As informações deste artigo são gerais e têm caráter informativo. Para se aprofundar, consulte os sites de órgãos oficiais e de sociedades médicas (os links levam à página inicial de cada instituição):

Este texto é apenas informativo e não substitui a orientação de um médico ou nutricionista. Para qualquer condição do coração, siga sempre o tratamento indicado pelo profissional que acompanha você.

Aviso importante: este texto tem caráter informativo e não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento feito por um médico ou outro profissional de saúde. Em caso de dúvida ou de sintomas, procure atendimento.

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